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Um estudo publicado no Journal of Adolescent Health sobre os motivos do consumo de vapes por adolescentes foi retratado. A pesquisa, que analisava diferenças por sexo, raça e etnia, perdeu validade científica após falhas estatísticas comprometerem os resultados apresentados.
O governo da Suécia apresentou uma oposição formal à Comissão Europeia e ao governo da Polônia contra um projeto de lei polonês que pretende proibir os sabores em sachês de nicotina (nicotine pouches ou snus branco), permitindo apenas o sabor de tabaco.
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Estudo publicado na Internal and Emergency Medicine avalia os sachês de nicotina, destacando seu baixo risco relativo comparado ao cigarro. O autor defende regulação pautada em evidências científicas e controle efetivo de vendas.
Levantamento realizado pelo instituto Ipsos em cinco países analisa os efeitos da transição para produtos sem combustão na qualidade de vida e na dinâmica de convivência dos lares.
Pesquisa da ASH de 2026 revela que a distorção sobre riscos leva 19% dos britânicos a voltarem ao cigarro convencional em suas tentativas de parar de vapar.
Uma nova pesquisa realizada no Reino Unido revelou um dado preocupante para a saúde pública: quase 20% dos adultos que tentaram parar de usar cigarros eletrônicos (vapes) recorreram aos cigarros convencionais como método de apoio.
É a primeira vez que uma marca de sachês de nicotina recebe esse tipo de autorização em qualquer país. A decisão também alimenta o debate regulatório brasileiro, já que a Anvisa conduz atualmente uma consulta pública sobre produtos de nicotina sem combustão.
O Reino Unido reduz o tabagismo diário para 6,6%, aproximando-se da meta de 5%. Dados mostram que mais de 90% dos usuários de vape são fumantes ou ex-fumantes, destacando o papel desses dispositivos na redução de danos e no abandono do cigarro.
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou uma proposta no orçamento de defesa para o ano fiscal de 2027 que pode mudar as estratégias de combate ao tabagismo nas Forças Armadas.
A persistência do mercado ilegal de cigarros eletrônicos no Brasil voltou ao centro do debate macroeconômico, desta vez sob a perspectiva da principal liderança industrial do país.
O Reino Unido aprovou recentemente uma das políticas mais ambiciosas de controle do tabagismo já adotadas no mundo. A nova legislação, conhecida como Tobacco and Vapes Bill, estabelece que qualquer pessoa nascida a partir de 1º de janeiro de 2009 nunca poderá comprar cigarros legalmente.
Proibição do tabaco em prisões de Oklahoma gerou mercado ilegal e violência. Estado passou a permitir vapes e nicotina regulada, mostrando que regular controla melhor do que proibir.
Um artigo do Fundo Monetário Internacional afirma que impostos sobre produtos nocivos devem refletir o grau de dano que causam.
Brasil tinha menos fumantes que a Nova Zelândia em 2011. Hoje tem 11,6% e vê alta. A NZ caiu para 6,8% após adotar redução de danos e regulação de alternativas para o consumo de nicotina com risco reduzido.
PL Nº 2.158 quer tornar crime “transportar” e “armazenar” cigarros eletrônicos, sem distinção de comércio ou uso próprio, ameaçando milhões de consumidores brasileiros.
Tabagismo adolescente é o menor de todos os tempos e o consumo de cigarros eletrônicos continua caindo.
Reino Unido proibirá vapes descartáveis, restringirá sabores e fará mais coisas estúpidas
O governo do Reino Unido decidiu que proibirá os vaporizadores descartáveis e sugere que proibirá os sabores dos vaporizadores. Isto irá desencadear mais tabagismo, mais comércio ilícito e mais soluções alternativas.
O Reino Unido reduz o tabagismo diário para 6,6%, aproximando-se da meta de 5%. Dados mostram que mais de 90% dos usuários de vape são fumantes ou ex-fumantes, destacando o papel desses dispositivos na redução de danos e no abandono do cigarro.
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Mais pesquisas traduzidas
Lindsay Reese, Elliott H. McDowell, Brian Erkkila, Tryggve Ljung
“Os padrões de uso entre os primeiros adotantes de bolsas de nicotina da marca ZYN™ indicam que as bolsas de nicotina podem ser substitutos aceitáveis para outros produtos de tabaco e/ou nicotina, particularmente cigarros e tabaco sem fumaça oral.”
Yusuff Adebayo Adebisi, Chimwemwe Ngoma, Davide Campagna, Antonio Ceriello, Najim Z. Alshahrani, Anoop Misra, Abdul Basit, Cristina Russo, Tadej Battelino, Noel Somasundaram, Muhammad Yazid Jalaludin, Phuong Le Dinh, Yoshifumi Saisho, Magdalena Walicka, Venera Tomaselli, Giulio Cantone, Othmar Moser e Riccardo Polosa.
“Este estudo, baseado em uma grande amostra populacional da Escócia, demonstra que a prevalência de diabetes está mais fortemente associada ao histórico de tabagismo convencional do que ao uso de cigarros eletrônicos. Não foi encontrada evidência de associação independente entre o uso de cigarros eletrônicos e diabetes.”
Teresa DeAtley, Abby Baker, Rachel Denlinger-Apte, Adedotun Ogunbajo, Ursula Martinez, Rachel Ceballos, David W Wetter, Don Operario, Trace Kershaw, Kristi E Gamarel, Arjee Restar.
“A grande maioria dos participantes do estudo (93,25%) acreditava incorretamente que a nicotina causa câncer”.
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Uma revisão na Frontiers in Psychiatry indica que cigarros eletrônicos podem ajudar fumantes com esquizofrenia e transtornos graves a reduzir ou abandonar o consumo de cigarros convencionais, diminuindo a exposição a substâncias tóxicas de forma segura e bem tolerada.
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A tentativa de coibir o uso de nicotina por meio do banimento de categorias específicas de produtos está enfrentando uma realidade desconfortável e complexa no continente europeu.
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Sally Satel analisa as evidências sobre o uso de vapes entre jovens nos EUA e conclui que os dados não sustentam o pânico: o tabagismo caiu, os sabores não são o principal atrativo para adolescentes, e os vapes podem salvar vidas adultas.
Revisão científica mostra que cigarros eletrônicos com nicotina são mais eficazes para parar de fumar do que terapias tradicionais, reforçando o papel da redução de danos nas políticas de saúde pública.
Proibição do tabaco em prisões de Oklahoma gerou mercado ilegal e violência. Estado passou a permitir vapes e nicotina regulada, mostrando que regular controla melhor do que proibir.
Retratação ocorreu após críticas de especialistas internacionais que apontaram falhas metodológicas e interpretações questionáveis dos dados.
Relatório da agência francesa confirma que vapes são muito menos nocivos que cigarros. Enquanto a França avança na regulação baseada em risco, o Brasil mantém uma proibição que não resolveu o problema.
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Saches de nicotina começam a chegar ao Brasil e reacendem o debate sobre riscos e regulação. Entenda o que diz a ciência e por que a diferenciação de produtos é central para a política pública.
ONG sem fins lucrativos que representa consumidores, Direta.org reuniu mais de 550 referências científicas sobre Redução dos Danos do Tabagismo.
