ARTIGOS DO AUTOR
Científico | Parar de fumar
Trajetórias de uso de vapes e tabagismo entre jovens e adultos nos Estados Unidos no período de 2014 a 2022
Karin A. Kasza, Maciej L. Goniewicz, Pete Driezen, David Hammond e Andrew J. Hyland
Cerca de 42% dos adultos que fumavam e utilizavam vapes com frequência em 2019 haviam parado de fumar até 2022, em comparação com 20% entre 2014 e 2017, com uma estimativa de 1,6 milhão de adultos que deixaram o cigarro nesse período.
Cerca de 42% dos adultos que fumavam e utilizavam vapes com frequência em 2019 haviam parado de fumar até 2022, em comparação com 20% entre 2014 e 2017, com uma estimativa de 1,6 milhão de adultos que deixaram o cigarro nesse período.
Conteúdo
Uma lição sobre regulação vs. proibição vem de um lugar inesperado: as prisões de Oklahoma
Proibição do tabaco em prisões de Oklahoma gerou mercado ilegal e violência. Estado passou a permitir vapes e nicotina regulada, mostrando que regular controla melhor do que proibir.
Ciência e saúde
Estudo brasileiro que associava vape ao câncer é retratado e gera constrangimento acadêmico internacional
Retratação ocorreu após críticas de especialistas internacionais que apontaram falhas metodológicas e interpretações questionáveis dos dados.
Destaque
O FMI reconhece: impostos sobre nicotina devem refletir o risco real de cada produto
Um artigo do Fundo Monetário Internacional afirma que impostos sobre produtos nocivos devem refletir o grau de dano que causam. No caso da nicotina, isso significa tributar alternativas de menor risco — como vape, tabaco aquecido e sachês de nicotina — abaixo do cigarro, preservando a diferença de preço que incentiva fumantes a migrar para opções menos nocivas.
Científico | Efeitos na saúde
Prognóstico após migração para cigarros eletrônicos após intervenção coronária percutânea: um estudo nacional coreano
Danbee Kang, Seung-Hyun Lee, Jae-Hyung Roh, Kyung-Soo Kim e Sang-Min Park
"Entre fumantes que passaram por intervenção coronária percutânea, a migração para cigarros eletrônicos ou a cessação completa do tabagismo foi associada a um menor risco de eventos cardiovasculares adversos em comparação com continuar fumando."
"Entre fumantes que passaram por intervenção coronária percutânea, a migração para cigarros eletrônicos ou a cessação completa do tabagismo foi associada a um menor risco de eventos cardiovasculares adversos em comparação com continuar fumando."
Conteúdo
Brasil está perdendo a batalha contra o tabagismo
Brasil tinha menos fumantes que a Nova Zelândia em 2011. Hoje tem 11,6% e vê alta. A NZ caiu para 6,8% após adotar redução de danos e regulação de alternativas para o consumo de nicotina com risco reduzido.
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