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O Brasil está falando sério em finalmente legalizar os vapes?

O Vapor Aqui foi citado pelo excelente portal Vaping360.com, referência em conteúdo sobre vaping no mundo, em artigo assinado por Jim McDonald, membro do conselho da CASAA – The Consumer Advocates for Smoke-free Alternatives Association, entidade formada em 2009 como um grupo de defesa para aumentar a conscientização e proteger o direito de consumidores para acessar alternativas de danos reduzidos em relação ao tabagismo.

O artigo fala sobre a tomada de subsídios aberta pela ANVISA no começo de Abril, após a publicação do relatório de seu setor técnico, que sugere não só manter, como endurecer a proibição acerca do comércio dos produtos.

Também cita a petição organizada pelo Vapor Aqui para pedir a ANVISA que considere a mudança na regulamentação atual para regular adequadamente o comércio dos produtos.

Na contramão da ciência mundial, grupos como a FIOCRUZ organizam petições contrárias, pedindo que a proibição permaneça, o que apenas irá perpetuar o grande comércio ilegal já instaurado no Brasil, além da falta de informação adequada aos consumidores que gera um uso desenfreado e equivocado dos produtos, principalmente por menores e não fumantes, além do uso fora do propósito dos produtos, como visto em mídias sociais com jovens recarregando produtos descartáveis e até inalando óleo de cozinha.

Já sabemos muito sobre cigarros eletrônicos, mais do que o suficiente para que países avançados adotem regulamentações que permitam (e em alguns casos até incentivem) o comércio destes produtos para adultos fumantes, em uma estratégia de redução de danos do tabagismo.

Estudos científicos já comprovam que os cigarros eletrônicos são muito menos prejudiciais que do fumar, não apresentam os danos do fumo passivo e não são porta de entrada para novos fumantes, ao contrário do que grupos ideológicos e proibicionistas alegam, espalhando notícias falsas e fazendo uso de um verdadeiro terrorismo midiático, moralmente duvidoso, que acaba por afastar o público leigo da informação científica e sem viés.

Você pode ler o artigo na íntegra clicando aqui.

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