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Científico Notícias

Ecigs poderiam evitar 21% em mortes de jovens por tabagismo

De acordo com o site DailyMail um novo estudo garante que os ecigs, mesmo se adotados por alguns adolescentes, ajudarão a impedir mortes por câncer e problemas de pulmão. Nos EUA os aparelhos são responsáveis por reduzir em 1/5 das mortes relacionadas com o tabagismo, mostrado por um modelo matemático.

Ao mesmo tempo que o número de adolescentes usando os ecigs aumentou, a quantidade de adolescentes fumantes diminuiu, uma troca muito mais benéfica.

No passado os cigarros eletrônicos foram acusados de serem uma porta de entrada para o tabagismo, porém o Dr. David Levy, professor de oncologia do Centro Médico da Universidade de Georgetown não concorda com a afirmação e diz que ela é superestimada:

Nossos estudos indicam que, considerando uma grande variedade de cenários, cigarros eletrônicos são mais propensos a reduzir o consumo de cigarros do que aumentá-los, impedindo que adolescentes recebam os malefícios dos cigarros convencionais.

Dr David Levy, Centro Médico da Universidade de Georgetown

O modelo de simulação criado pelos cientistas Americanos, Canadenses e Australianos projetaram uma redução de 21% em mortes atribuídas ao tabagismo.

Também foi descoberto que as pessoas que nasceram depois de 1997 receberam um aumento de 20% em suas expectativas de vida comparada a modelos anteriores que previam a perda desses 20% de vida devido ao tabaco.

O professor finaliza:

Nosso modelos são consistentes com evidências mais novas que indicam que apesar dos cigarros eletrônicos terem seu uso aumentado, o consumo de cigarros convencionais entre a juventude e os jovens adultos têm caído dramaticamente.

Isso é uma excelente notícia até o momento todas as pesquisas indicam que se os ecigs causam algum tipo de malefício, são infinitamente menores do que os cigarros normais.

O Dr. Levy ainda também defende que os ecigs devem ser vendidos apenas para maiores de 18 anos, que é preciso monitorar o mercado de perto, porém tomar cuidado para não colocá-los no mesmo patamar que os cigarros convencionais, o que colocaria um fardo pesado demais nas pequenas empresas que constituem e fomentam este mercado (o que infelizmente já está acontecendo com as novas regras da FDA) e que a super-regulação dos ecigs pode na verdade engessar o desenvolvimento e marketing de produtos mais seguros que podem efetivamente substituir os cigarros.

O estudo foi publicado na Nicotine & Tobacco Research.

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