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Análise – Voopoo – Vinci X AIO 70W

O Vapor Aqui apresenta a você uma análise completa do Vince X, aparelho lançamento da Voopoo que é o sucessor do Vince original que apresentava bateria interna e potência máxima de 40W e que agora na versão aprimorada oferece o uso de bateria externa modelo 18650 e um máximo de 70W entre outras novidades.

O Vince original conquistou muitos fãs e fez bastante sucesso no mercado por ser um aparelho muito bonito, robusto e versátil com o poderoso chip Gene. Desta vez a Voopoo oferece no Vince X praticamente as mesmas funcionalidades com algumas outras novidades, em modelos muitos bonitos divididos em 7 cores artísticas.

Temos também em nosso canal do YouTube uma analise completa caso você queira conferir:

AGRADECIMENTOS


O Vinci X foi enviado para o Vapor Aqui para uma análise justa e sincera pela Elite Smoke BR uma loja que apoia muito os geradores de conteúdo brasileiros e que por este motivo peço que seja recíproco e prestigie a loja visitando seu site e seguindo suas mídias sociais. Sem este tipo de iniciativa não poderíamos apresentar informações como estas a você.

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SOBRE O VINCI X


Um aparelho lindo com excelente construção em metal e design sofisticado e bastante ergonômico, o Vinci X salta aos olhos. Possui grande versatilidade não apenas por permitir controle da potência como por utilizar um sistema de cartucho com uso de coilheads que permitem consumir tanto líquidos com nicotina Freebase como também Nicsalt, sendo um MOD e um POD ao mesmo tempo.

Como se não bastasse, oferece algumas funcionalidades bem interessantes como controle de puffs, diversos mecanismos de proteção e inclusive a Voopoo declara que num breve futuro também oferecerá uma base RBA e não apenas coilheads.

UNBOXING


Na caixa do produto você recebe o aparelho, duas coilheads uma com 0.3 ohms indicada para líquidos com Freebase e uma experiência de maior vaporização tipo MOD e outra com 0.6 ohms mais indicada para uso de Nicsalt e uma experiência tipo POD, manual em diversas línguas e cabo USB para carregamento.

O único contra que posso mencionar é a falta da informação no manual do destravamento da potência para uso com a base RBA que permite assim o uso de potências além das sugeridas pelo chip e do modo stand by, coisas que veremos a seguir.

Devo elogiar a Elite Smoke BR pelo envio de um Guia de Uso do Cigarro Eletrônico e Associados que possui muitas informações importantes tanto para novados como para vapers mais experientes, informando com dicas, sobre segurança, primeiro uso e muitas outras informações.

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O VINCI X


O produto possui 25,3 mm x 29,5 mm x 117 mm e pesa um total de 177,4 gramas incluindo o aparelho com bateria instalada e o cartucho com líquido.

Comparando com o modelo anterior as duas maiores diferenças são o uso de uma bateria externa 18650 onde antes era utilizada uma bateria interna recarregável de 1500 mah e o acionamento automático presente no modelo original que permitia o uso tanto através do botão quanto apenas puxando para tragar, igual à maioria dos PODS, coisa que não é mais possível no Vinci X.

A grande vantagem de se usar baterias externas é a autonomia que além de ser muito maior, já que baterias recomendadas modelos 18650 possuem em média de 2500 mah a 3000 mah (o dobro do modelo anterior) também se traduz em uma autonomia infinita já que basta trocar a bateria descarregada por uma nova. O pequeno contra disso é o leve aumento do tamanho e peso do produto.

Utilizar uma bateria 18650 permitiu que o Vinci X chegue até 70W contra apenas 40W de seu antecessor.

O produto oferece um sistema de cartucho não descartável com quatro pontos de contato o que garante ótimo funcionamento. O cartucho atua tanto como o reservatório de líquido como de base de instalação das resistências oferecidas em modelos de coilheads com 0.3 ohms e 0.6 ohms, porém a Voopoo já declarou que irá oferecer um modelo RBA (que você mesmo poderá instalar suas coils).

Com potência que vai de 5W até 70W e sistema inteligente de potência que se adapta dependendo da coilhead instalada, o Vinci X também permite o ajuste de fluxo de ar dependendo do sentido em que o cartucho é instalado.

O Vinci X possui 3 botões, um de acionamento na parte superior da tela e dois botões de ajustes na parte inferior, um com a seta para cima e outro com a seta para baixo. A tela é colorida de ótima resolução e brilho.

Na parte inferior temos uma rosca para instalação da bateria com ótimo rosqueamento e dois pequenos orifícios de segurança para caso a bateria ventile.

A EXPERIÊNCIA DE USO


Um dos aparelhos que mais me agradou ultimamente, o uso é bastante fluído e praticamente autoexplicativo o que vai facilitar a vida principalmente dos novatos.

A instalação da bateria é fácil sendo preciso apenas desrosquear a tampa inferior que possui um rosqueamento com ótima qualidade e bastante seguro, bastando girar 3 a 4 vezes para abrir. A bateria deve ser inserida com a ponta para dentro, que é a parte positiva, ficando a parte de baixo para fora do local de instalação da bateria.

Como qualquer outro aparelho, para ligá-lo basta pressionar o botão de acionamento 5 vezes. Na primeira utilização (ou toda a vez que você trocar a bateria) você será direcionado para o ajuste de hora que deve ser feito usando o botão de acionamento para trocar entre horas e minutos e os botões de ajustes para definir a hora certa. Para continuar basta pressionar o botão de acionamento por 3 segundos. Achei apenas um pouco estranho que não há qualquer relógio disponível no uso do produto nem forma de conferir a hora certa enquanto você usa o Vinci X, então não sei o porquê colocaram esta funcionalidade.

Uma vez ligado, você tem todas as informações mais relevantes em uma tela bonita e com ótima resolução, brilhante o suficiente para uso inclusive em ambientes claros, apenas apanhando um pouco quando há muita incidência de luz direta.

De cima para baixo temos o nome “Voopoo”, o percentual de bateria, a potência mostrada em números maiores, um ícone de cadeado indicando se o aparelho está ou não travado, o símbolo de watts definido pela letra W, quantidade de puffs, tempo do último puff, um símbolo com a letra P e ao lado um pequeno símbolo com a letra R indicando o valor de resistência e abaixo um pequeno símbolo com a letra V indicando a tensão em tempo real.

O cartucho é conectado através de imãs e dependendo da coilhead utilizada, o Vinci X irá automaticamente definir a potência que ele considera ideal, normalmente próxima ou igual do máximo que o sistema permite. Com a coilhead de 0.3 ohms o valor foi de 35W e eu não pude aumentar além disso enquanto a de 0.6 ohms o valor foi de 25W porém eu consegui aumentar até 28W.

Um pequeno contra que posso apontar é que o cartucho por ser magnético acaba apresentando um mínimo “jogo” e não fica preso perfeitamente, coisa que às vezes dá pra perceber durante seu uso.

É possível colocar um máximo de 5.5 ml de líquido o que é uma capacidade total bastante generosa e a instalação das resistências não poderia ser mais fácil, ao invés de rosqueadas, são simplesmente pressionadas no lugar e apesar disso não tive qualquer problema com vazamentos. Aliás, mesmo após semanas de uso, o local de contato do cartucho com o aparelho não apresentou nenhuma gotícula de líquido o que é excelente pois o principal motivo de problemas em aparelhos é a infiltração de líquido nas partes internas do produto.

Lembre-se que antes de instalar as coilheads é preciso colocar um pouco de líquido diretamente no algodão ou se quiser seguir o manual, instale as coilheads e coloque líquido até 2/3 do reservatório e espere pelo menos 5 minutos antes de usar. O refilamento é feito por um orifício protegido por uma peça de borracha que deve ser puxada e o frasco inserido em um ângulo para poder preencher o reservatório.

O Vinci X possui um sistema de airflow muito engenhoso, onde dependendo do sentido de instalação do cartucho o fluxo de ar é mais restrito ou mais solto, bastando girá-lo 180º e escolher aquele que mais lhe agrada. Apesar de oferecer apenas 2 modos de fluxo de ar, achei que foi mais do que suficiente e casou perfeitamente com o tipo de drip tip do produto oferecendo uma ótima experiência tanto com juices com Nicsalt quanto Freebase, sendo restrito ou solto na medida certa.

Para utilizar o Vinci X basta apertar o botão de acionamento e a tela exibirá as informações de tempo do puff e a tensão em tempo real, tendo um mecanismo de proteção automático de acionamento máximo por 10 segundos, quando você recebe uma informação de “time out” ou “tempo esgotado”, o que garante que mesmo em caso de acionamento acidental, o produto corte energia após este tempo. Ao contrário do Vinci original, não há possibilidade de uso automático sem apertar o botão de acionamento.

A drip tip pode ser um contra para algumas pessoas, pois além de ser fixa e não permitir a instalação de qualquer outro tipo, ela tem uma forma anatômica que só permite o uso em um sentido na boca. Ao meu ver, achei extremamente confortável e o diâmetro do orifício é ideal e casa perfeitamente com ambos os modos de fluxo de ar permitidos pelo cartucho. Veremos sobre isso um pouco mais pra frente.

Durante o uso eu achei que havia encontrado um grande contra do produto. Para mim que gosto de um vapor um pouco mais quente, foi frustrante não poder aumentar a potência definida pelo chip, porém com algum tempo de uso e fuçando as funcionalidades do Vinci X descobri um método de burlar isso e cá apresento o que eu considero o ponto mais negativo do produto, a simples falta desta informação no manual.

Eu entendo que talvez não seja intenção da Voopoo permitir facilmente que você utilize o produto desta forma, talvez para evitar a utilização de potências muito altas por quem não sabe o que está fazendo e que acabe por fritar o algodão da coilhead.

A questão é que se você apertar o botão de acionamento 4 vezes a tela passará os elementos da cor amarela para a cor azul e aparecerá um pequeno símbolo com as letras RBA acima da letra W que indica a potência. À partir daí você destrava o sistema inteligente e pode utilizar qualquer potência que queira, independente do valor da resistência da coilhead. Isso me permitiu ir até 70W usando qualquer coilhead (mas logicamente não acionei pois a chance de queimar o algodão é quase certa).

Creio que a Voopoo deseje que você utilize este modo apenas com sua base RBA, ainda não lançada.

Após descobrir isso, vaporei feliz da vida com 40W a 45W usando a coilhead de 0.3 ohms e 30W a 35W usando a coilhead de 0.6 ohms ambas com Freebase. Já com Nicsalt utilizei a coilhead de 0.6 ohms e aceitei a potência indicada pelo sistema inteligente de 25W sendo a experiência muito agradável.

O Vinci X apresenta outras quatro funcionalidades muito úteis. As três primeiras são definidas por você. Caso queira reiniciar o contador de puffs basta apertar o botão de acionamento ao mesmo tempo que o botão para baixo e caso queira travar o aparelho para que ele não possa ser utilizado basta apertar o botão de acionamento e o botão para cima durante 3 segundos, ideal para quando vai guardar no bolso ou bolsa.

Você pode ainda conferir um histórico dos puffs realizados bastando apertar os botões para cima e para baixo ao mesmo tempo, desta forma você entra em uma tela que mostra um gráfico com o número de puffs dos últimos 14 dias.

A quarta e última funcionalidade é automática e eu achei genial, porém também não é mencionada no manual do produto tampouco vi qualquer gerador de conteúdo comentando sobre ela. Se você deixar o aparelho parado por 10 minutos o Vinci X entra em um sistema de “stand by” e não irá funcionar na primeira vez que você apertar o botão de acionamento. Será preciso apertar uma segunda vez para aí sim poder vaporar. Ao meu ver isso é muito útil tanto para preservar bateria quando para evitar acionamentos indevidos caso você tenha guardado no bolso e esquecido de travar o aparelho.

Por fim, mas não menos importante, o sabor que consegui de ambas as resistências, tanto em Freebase quando em Nicsalt, realmente me surpreendeu quando pensamos no tamanho minúsculo das resistências. É surreal o sabor presente e cristalino que o Vinci X ofereceu que rivaliza e até ultrapassa a sensação de sabor entregue por alguns atomizadores RTA bastante conhecidos no mercado.

Como se não bastasse, utilizei o produto por quase 3 semanas com juices em sua maioria frutados e doces, daqueles que não são nem um pouco gentis com as builds e possuem bastante adoçante e de forma quase surreal a coilhead de 0.3 ohms se manteve firme e forte sem qualquer perda de sabor ou gosto alterado até o momento de produção desta análise.

CONCLUSÃO


Um aparelho que me agradou em todos os sentidos.

Começando pela design e construção, é um aparelho lindo, robusto e sofisticado, com ótima ergonomia e uma drip tip anatômica muito agradável de usar.

O cartucho é muito bem construído, possui grande facilidade na instalação das coilheads, ótima capacidade de líquido, não oferece vazamentos, tem refil fácil e uma drip tip anatômica muito confortável, sem esquecer de mencionar o sistema de fluxo de ar simples, prático e genial.

Com um chip que oferece um sistema fácil e intuitivo de uso com diversas funcionalidades úteis, o Vinci X é um aparelho que deve agradar a uma maioria, especialmente quem está procurando um aparelho para iniciar no mundo do vapor.

Apesar de minúsculas, as coilheads fazem verdadeiros milagres oferecendo um vapor volumoso e um sabor forte e presente que rivaliza com muitos atomizadores famosinhos no mercado tendo uma longevidade muito grande que não é compatível com seu pequeno tamanho.

Salvo apenas a função de desbloquear a potência máxima que não se encontra no manual e o leve “jogo” quase imperceptível do cartucho por conta da conexão magnética, não há mais nada que eu possa criticar negativamente o produto.

Podendo ser encontrado no mercado brasileiro na faixa de R$ 250,00 mais frete é um excelente candidato a ser o primeiro aparelho de quem deseja começar no mundo do vapor e conhecer tanto a experiência de um mod quanto a de um pod.

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